terça-feira, 7 de outubro de 2008

Divagar


E é assim que a noite se apresenta, sem pressa, e me aperta a garganta em cansaço e angústia de todos os muitos detalhes de que não falo, de todas as afiadas pontas de relógio que costumo engolir quando não tenho tempo pra isso ou aquilo.
Vem sempre um turbilhão e eu fico séria e sensível, fico falando tantas coisas estranhas e embaraço em perguntas repetidas todos os sentidos que antes pareciam claros.
De perto eu sou bem normal. Portanto, fique perto.

4 comentários:

Aline Chaves disse...

ow laís...
queria tanto!!
nem posso dizer isso¬¬
nem de longe eu sou normal... e as minhas companhias só pioram a situação...

beijo!

Tatá disse...

Acho que em outra vida, tive um caso com Caio. Amo tanto esse cara que fico desconcertada toda vez que encontro excertos dele por esse mundo afora.

Beijos

Joana disse...

O Caio é foda, deixa ele pra lá. Essa coisa de relógios é uma loucura. Há muito tempo atrás, numa galáxia distante, eu tive um fotolog que eu queria ter agora pra ver uma imagem e um texto sobre relógio que se perderam no espiral do silêncio.
Gata, eu gosto de tu, oh.

Joana disse...

eita poha.
essa Joana me persegue.
Meu nome, na verdade, é Arianne, caralho!