terça-feira, 22 de julho de 2008

A imagem no espelho me responde: eu não erro!

Eu sabia que uma hora a explosão viria e voilá! Cheguei ao ponto extremo, quando é que não chego? Umas tantas coisas que se acumulam para derramar e em diversas explosões transformarem o contexto em dor e sal na boca.
Eu não sou agressiva.
Um dia quem sabe...
(alguém tem obrigação de saber?) se é que há algo a ser conhecido de dentro do cerne maldito que emana falsas expressões.
Cansada, partida ao meio.
Adoece-me ser sensível.
Ainda assim...
sim eu vou sorrir na decadência, que eu sei, eu traduzi de algum lugar, a decadência é a total presença de consciência de mundo, pensar demais adoece, o sangue não para de correr por que não pensa.
Talvez, se um lugar de salvaguarda garantida me aparecesse, eu pudesse ficar inconsciente de uma vez e parasse de correr com as pernas pro ar: esperneio infantil.
Sei não, tudo tão assim perdido, tanto a mil: agônica.
Vale a pena não, mas cresci assim... a mil por horas e horas, consciente de tudo, mas sem deter o controle dessas alterações. Desequilibrada?
Não permito mais do que estes pequenos parágrafos e umas tantas doses de algum entorpecente qualquer.

- Te cuida!
- Ta...

Um comentário:

Aline Chaves disse...

eu sei viu...

beijo!